Pessoas atiram pedra no coletivo, quando perdem a condução, atualmente. Não se conformam. Como ousa me fazer perder tempo ? É o que pensam, os que possuem pensamento doentio.
Não... não é um fato isolado. Eu bem que gostaria que fosse. Mas não é. O povo anda excessivamente intolerante com o tempo. Não sei onde isso vai parar.
E no horário do rush, isso se faz mais presente. Todos querem chegar primeiro. Não admitem perder um segundo sequer. As buzinas que o digam. Um simples carro enguiçado pode se transformar em um princípio de pandemônio... porque as pessoas não podem esperar. Como ousa me fazer perder tempo ?
Me sinto velho, quando penso que quando era mais novo se aceitava perder um ônibus, por exemplo. Era só esperar o próximo. Simples.
Hoje, as pessoas fazem sinal pro coletivo da esquina de casa. E exigem que ele pare. A realeza precisa ganhar tempo. Se o motorista se aproxima do ponto de destino do tal " passageiro especial " e por um motivo qualquer, pára... seja em um sinal, seja por um congestionamento... é o suficiente para que o indivíduo clame por liberdade :
- Quero descer !
Será que só eu acho este tipo de comportamento doentio ou seria apenas um delírio ?
Eu, hein...
" No fim das contas, ninguém sai vivo daqui.... maas... vamos com calmaa... "
Revirando minhas músicas no PC, dei de cara com a " Poison ", da Nicole Scherzinger ( ex Pussycat Dolls ).
Ao invés de simplesmente curtir a música, comecei a filosofar... rs.
Será mesmo que existe esta tal poção do amor ? Se não existir, como se explica o segredo que algumas pessoas tem de atrair todos à sua volta ? Rs
Acho que pelo menos uma vez na vida sentimos que tomamos a tal poção. Nos sentimos mais atraentes e de certa forma, irresistíveis. O problema é quando a poção acaba... kkkk. Acho que é o meu caso. Terei que procurar uma nova receita de poção... a maré não tá pra peixe.
E quanto à vocês ? Qual o segredo das suas poções ? Rs.
Depois de viajar na batatinha, vale a pena curtir o clip desta música. Divertidíssimo. E a Nicole, pelo visto, é dona de uma fábrica de poções. Continua linda, charmosa e transbordando sensualidade.
Já havia postado o clip aqui. Não estou com Alzheimer ( ainda ... rs ). Mas foi num outro contexto : músicas pra malhar... :D
Ultimamente tenho parado pra refletir nos excessos do nosso cotidiano. Acho que chegou a um ponto, que devemos parar e pensar... pra não perder o controle da nossa vida.
Pensei em vários excessos atuais...
Excesso de " amigos " : As redes sociais, de certa forma, nos enganam. Muitas pessoas tem mais de uma centena de amigos no Facebook, mas não consegue parar pra conversar com nenhum. Por que não parar um pouco de compartilhar, de curtir, e tentar conversar com aquele amigo que não dialogamos há tempos ? Procuro, sempre que posso... papear com meus ( poucos ) amigos... saber o que se passa... suas vivências. Isso é gratificante. Por essas e outras que ainda prefiro sair pra encontrar meus amigos pra conversar frente à frente, ou por telefone. A conversa flui muito melhor.
Excesso de músicas : Tenho 28 anos, mas ainda peguei um pouco da época do vinil, da fita K7 e principalmente o BOOM dos CDS quando chegaram. Eu passava dias, semanas... devorando um único álbum. Lia as letras, decorava, me deliciava. Hoje, temos acesso à infinitas músicas, mas acabamos ficando presos à meia dúzia. Ou seja, o excesso parece desanimar nossas escolhas e o que é pior : desvaloriza o que conseguimos obter. Pra combater isso, coloquei um micro system na cabeceira da minha cama e estou ouvindo meus CDS antigos... é como voltar no tempo. Rs.
Excesso de filmes : Me lembro nitidamente dos VHS. Alugava, em média três filmes nos finais de semana e assistia todos, sem dificuldade. Hoje, temos acesso à milhares de filmes: na internet, TV a cabo, etc. E muitos acabam assistindo menos por ficar "meio zonzo" com a quantidade de opções. Fiz uma lista dos filmes que gostaria de ver e vou assistindo, aos poucos. Apreciando cada cena. Afinal, fomos contemplados com a dádiva de ter filmes de todas as épocas disponíveis à custo zero. É questão de se dar conta disso.
Excesso de livros : Acho que os livros estão muito mais acessíveis. Podemos encontrar gratuitamente, até em PDF em vários sites. E será que lemos mais do que há 10, 20 anos atrás? Provavelmente, não. Poucos sabem o prazer de pegar um bom livro, mesmo que antigo, e folheá-lo... ouvindo uma boa música, em som ambiente. Se desligar do mundo exterior é algo extremamente relaxante e os livros no proporcionam isso, sem exigir nada em troca.
Já devo ter falado por aqui diversas vezes que Closer é meu filme preferido. Um dos motivos é o elenco : perfeito. O segundo, é que há um personagem que pensa e age muito parecido comigo. Se chama Dan, interpretado pelo excelente ( and delicious ) Jude Law.
** Quem não viu o filme, e pretende ver... não leia o restante deste post. Spoiler alert. :D
O filme começa com Dan encontrando uma desconhecida, chamada Alice ( Natalie Portman ). Parecia paixão à primeira vista. Ela se acidentou e ele a levou a um pronto socorro. Aos poucos, ele foi contando pra ela toda a sua vida. Ela, por outro lado, contava só aquilo que Dan lhe perguntava.
Começaram a namorar. Ela, uma sem teto, andarilha. Ele, um escritor de obituários para um jornal local. Passaram a morar juntos. Dan achava que tinha o controle da situação. Entretanto, Alice sabia do que ele era capaz.
A história mudou quando ele conheceu a fotógrafa Anna ( Julia Roberts ). Se apaixonou, como uma criança, e esqueceu por alguns momentos seu enorme sentimento por Alice, que notou a mudança de comportamento dele.
Anna e Dan passaram a se encontrar, escondidos. Mesmo ela sabendo que ele era casado. Ele a perseguia. E quando ela dizia não, ele aprontava alguma. Chegou a entrar em uma sala de bate papo, se passando por ela para pregar-lhe uma peça. Larry ( Clive Owen ) acreditou que era uma mulher no chat e foi ao encontro dela. Dan o enviou exatamente para um local que ela estaria naquela tarde : um aquário. O que ele não esperava era que Larry e Anna acabassem ficando juntos. Ele pirou.
A relação dele com Alice não era mais a mesma. E pior : ele passou a querer destruir o namoro ( que já havia se transformado em casamento ) de Larry com sua amante. Não se perdoava por ser o responsável pelo relacionamento deles.
Alice não aguentava mais a situação. Achava que ele foi longe demais. E sumiu. O deixou, sem se despedir.
E Dan conseguiu, o que almejava naquele momento. Anna terminou o namoro com Larry e explicou que amava o escritor de obituários.
Dan e Anna, enfim tiveram um relacionamento sério. Aparentemente tudo ia bem. Mas a consciência dele pesava, pelo sumiço da garota andarilha. Anna, por sua vez, era uma mulher já madura, que sabia o que queria da vida.
Nosso protagonista queria muito que Anna conseguisse o divórcio com Larry. Ele queria que ela se desligasse completamente do rival. O dermatologista, ex marido de Anna usou este trunfo na manga até o fim. Concordou em dar o divórcio, mas em troca... queria fazer sexo com Anna pela última vez.
Foi o suficiente. Anna concordou. Transou com Larry, em troca da sua liberdade. Mas voltou mudada. Dan percebeu isso no seu olhar e ficou furioso. Se separaram. O plano de Larry funcionou, perfeitamente.
Quando se viu sozinho, a primeira coisa que Dan fez foi procurar Alice, por toda a parte. Achou que ela estaria esperando por ele.
Porém, antes disso... quando ainda estava com Anna... houve um encontro entre Larry e Alice. Ela trabalhava como stripper. Dançou para ele. O filme não mostra se os dois chegaram a fazer sexo. Ficou a dúvida no ar... a ser interpretada por quem assistir a película.
No auge do desespero, Dan procurou Larry. Queria Anna de volta. O rival tripudiou dele, mas ainda lhe deu uma dica : que procurasse Alice. Sabia onde encontrá-la. Numa boate próxima dali. Para acabar de vez com o orgulho de Dan, Larry confessou que transou com Alice. Só para ferrá-lo.
Alice e Dan
Ele saiu cabisbaixo do consultório. Mas foi até Alice. Eles voltaram a namorar. Parecia que tudo terminaria bem. Dan com Alice e Anna com Larry. Porém, a obsessão de Dan pela verdade, sempre, estragou tudo.
Dan insistia em saber o que aconteceu entre ela e Larry, na boate de stripper. Se houve sexo. Ela insistia que não. Ele não acreditava. E continuou envenenando a relação com essa dúvida.
Disse que a amava. Ela disse que não o amava mais. E sumiu, outra vez.
Ele achou que a conhecia, que estava sob seu domínio, mas era tudo uma ilusão.
No fim, ele descobre que não sabia nem o verdadeiro nome dela. Ela se chamava Jane, e partiu sem destino certo. Pronta para um recomeço.
*** Cansei de cometer os erros de Dan. Querer saber sempre a verdade, acima de tudo. Nem sempre a verdade deve vir à tona. Ela pode nos ferir, de forma brutal. Também costumo acreditar demais nas pessoas, quando na verdade elas só nos mostram o que querem ( não necessariamente o que são ).
Enfim... este é meu filme favorito. Quando me sinto melancólico, pego este DVD e assisto e analiso as atitudes de Dan. Uma obra de arte. Um filme extremamente realista. Não confundam melancolia com tristeza.
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