Forever Young

Viver para sempre ? Impossível. Viver bem ? Depende só de nós...

Mostrando postagens com marcador Matérias de outros sites. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Matérias de outros sites. Mostrar todas as postagens

Jogo de xadrez e nossas atitudes !


O Jogo de Xadrez e Nossas Atitudes
Já reparou como cada atitude que tomamos nas nossas vidas se parece com um jogo de xadrez? Algumas jogadas são acertadas e nos impelem para a frente, dando-nos mais ânimo, mais vontade de continuar. Mas se você joga nem que seja damas, repare que quando está perdendo, seu ânimo se esvai, sua vontade perece e tem vontade de acabar logo aquela partida para começar outra.
Exatamente como nossas atitudes frente às situações que a vida nos apresenta. Muitas vezes abandonamos a partida sem nem mesmo terminar, simplesmente desistimos, não queremos encarar a perda, saímos do jogo, saímos daquela partida, deixando por terminar. Mas a nossa energia fica lá, presa àquela situação e volta e meia nos volta à memória aquela situação ou nos encontramos novamente em situações semelhantes.
Vencedores ou derrotados precisamos sempre encarar esse tipo de situação, avaliar onde erramos, em que momento fizemos um movimento que pôs a partida em risco e como evitar o desânimo final. Isso fará com que a energia flua, não fique estagnada naquele momento e assim poderemos caminhar para outras partidas mais experientes e com maior poder de observação.
Cada movimento de fazemos gera energia que pode ou não se aliar às energias à nossa volta. Deixar a energia estagnada, provoca desgaste, cansaço e muitas vezes dores nos órgãos mais sensíveis.
Todas as situações devem ser resolvidas, terminadas, libertas, para podermos seguir em frente, aliviados do seu término, sejamos vencedores ou derrotados. Encarar a derrota como problema, traz energias de raiva, de culpa e até de alienação (quando culpamos os outros pelas nossas perdas).
Repare no jogo, sempre há um adversário, alguém perde e alguém ganha, não é possível os dois ganharem nem perderem. Culpar o adversário pela perda é não admitir que fizemos uma jogada mal feita, sem observação nem concentração.
Da mesma forma, as situações em nossa vida se apresentam com adversários e jogadas que precisam de atenção e concentração. Culpar o outro pela perda, aplaca nossa sensação de culpa, mas não nos exime da participação, não nos tira da jogada. Temos responsabilidade sobre cada passo que damos,queiramos admitir ou não.
Essas situações podem se encontrar no momento presente ou estarem presas lá no passado. Consomem nossa energia da mesma forma.
Os florais são um excelente veículo para a compreensão de determinadas atitudes e a consciência de nossa participação no processo, além de atuarem como catalisadores em casos ou situações mais dolorosas. Ajudam a compreender cada atitude que tomamos e como participamos de cada "jogada".


Helena Lambrou


Pessoal, achei genial esse texto e estou compartilhando com vocês. 
Créditos: http://helena-webdesign.com/meus%20textos/xadrez/xadrez.htm

15 Motivos para dormir muito...





O sono é fundamental para recompor o físico e diversas funções mentais. Uma noite bem dormida é capaz de deixar a pele como um pêssego no dia seguinte. E mais: o descanso atua na saciedade, diminuindo a fome. Ou seja, a pessoa que repousa bastante não tem tanto apetite e engorda menos. Quer saber mais? Confira aqui...




Cuidado que quem pode pagar pelo excesso na hora H é você...



A noite está tão boa para o casal vizinho durante a madrugada que eles nem se preocupam com o alcance dos gemidos, não é verdade?
 Incomodado por esse barulho que um homem decidiu ir até a portaria de seu condomínio para reclamar no livro sobre a extravagância da dupla. No testemunho ele dizia que essa postura (ruídos indiscretos e gritos escandalosos) só era aceitável em motéis de beira de estrada e prostíbulos.
Mas  … se você pensa que a história terminou com o porteiro ligando e o barulho acabando, se enganou!
Os ‘excêntricos’ procuraram a justiça para acusar o rapaz de danos morais, por ter tornado pública suas intimidades no condomínio, o que denegriu a imagem de ambos com os demais moradores.
A justiça considerou que houve excesso do homem, o que atingiu a honra dos praticantes. No fim, ele foi condenado a pagar R$ 10.200,00 aos vizinhos.

PS: Por essas e outras não exagero no barulho na hora H. 
Barulho é algo extremamente irritante. A lei do silêncio proíbe ruídos após as 22 horas em dias úteis. 
No que depender de mim, ela será cumprida à risca !
Fonte:  http://guiademoteis.com.br/motelblog/index.php/2011/08/cuidado-que-quem-pode-pagar-pelo-excesso-e-voce/

Facebook e Twitter estão criando uma geração vaidosa e obcecada por atenção, advertem cientistas!!


Facebook e Twitter criaram uma geração de pessoas obcecadas em si mesmas, que têm desejo infantil por atenção constante em suas vidas, acreditam os cientistas.

A exposição repetida em sites de redes sociais deixa os usuários com uma "crise de identidade". Baroness Greenfield, professora de farmacologia naUniversidade de Oxford, acredita que o crescimento de "amizades" na internet, assim como um maior uso de jogos de computador, pode efetivamente criar uma "nova fiação" no cérebro, fazendo voltar aos instintos de uma criança.
Isso pode resultar em concentração reduzida, uma necessidade de gratificação instantânea e uma pobre habilidade verbal. Mais de 750 milhões de pessoas de todo o mundo usam o Facebook para postar fotografias e vídeos e postar atualizações regulares de seus atos e pensamentos.E  milhões de pessoas também se inscrevem no Twitter "pois permite que membros escrevam pequenos textos e mensagens multimídias sobre si mesmos", disse Greenfield.
A ex-diretora do organismo de investigação do Royal Institution também falou: "O que me preocupa é o tanto que sai de banalidade no Twitter. Por que alguém deveria estar interessado no que o a outra pessoa comeu no café da manhã? Isso me lembra uma criança pequena: 'Olhe para mim, mamãe, eu estou fazendo isso'! É quase como se eles estivessem com algum tipo de crise de identidade. Em um certo sentido é como manter o cérebro em uma espécie de túnel do tempo".
A acadêmica comentou que alguns usuários do Facebook sentem a necessidade de se tornar "subcelebridades", que são vistos e admirados por outros. "É quase como se as pessoas estivessemvivendo em um mundo que não é um mundo real, mas um mundo onde o que conta é que as pessoas pensam de você ou (se) podem clicar em você", disse ela. "Pense nas implicações para a sociedade se as pessoas se preocupam mais com o que as outras pessoas pensam sobre elas do que o que pensam sobre si mesmas".


Sua posição foi reiterada por Sue Palmer, especialista em alfabetização, que acredita que as pessoas, meninas em particular, possuem uma ideia de que devem se vender para outras pessoas no Facebook. Ela conclui: "as pessoas costumavam ter um retrato pintado, mas agora podemos mais ou menos projetar nossa própria imagem online. É como ser a estrela do seu próprio reality-show que você cria e coloca para o mundo".


** Por estes e outros motivos parei um pouco com o Twitter. E quando vejo que alguém só fala asneira no Facebook, coloco em ocultar publicações desta pessoa...


Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2011/07/facebook-e-twitter-estao-criando-uma-geracao-vaidosa-e-obcecada-por-atencao-adverte-cientistas.html

Gatinho é abandonado porque seria parecido com Hitler !! Inacreditável... rs



Felino ganhou o apelido de 'Kitler'.
Ele foi abandonado em rodovia britânica.


Um gatinho de seis semanas teria sido abandonado em uma rodovia perto de Kempston, no Reino Unido, porque seria parecido com o nazista Adolf Hitler. Segundo o jornal inglês "Daily Telegraph", o felino ganhou o apelido de "Kitler", trocadilho dos termos "kitten" (gatinho) e Hitler. O gato foi levado para o centro de animais Wood Green, em Godmanchester.


** É rir pra não chorar, né pessoal !! Literalmente, gato escaldado tem medo de água fria !!


Os ingleses ainda temem Hitler pelo estrago que ele fez na Inglaterra, na 2ª guerra. Mas se esquecem que quando era do interesse deles, o Fuhrer era útil ( pra frear o avanço soviético ).


Parei por aqui, senão me empolgo... rsrs


E adoro gatos !!


Fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2011/07/gatinho-e-abandonado-por-conta-das-semelhancas-com-hitler.html

Olivia Wilde pode interpretar atriz pornô de "Garganta Profunda" ! Essa eu quero ver !!



A atriz Olivia Wilde ( "House", “Tron 2”) tem um bocado de filmes que ainda irão estrear, entre eles “Cowboys & Alien”. Mesmo assim, ela não para de procurar mais trabalho. Seu próximo projeto pode ser uma terceira cinebiografia da atriz pornô Linda Lovelace. As informações são do site “Wenn”.
Já estão em produção duas outras cinebiografias sobre a atriz que ficou famosa pelo filme “Garganta Profunda”. O filme estrelado por Kate Hudson (“O Noivo da Minha Melhor Amiga”) deve começar as gravações no final do ano. Enquanto isso, Malin Akerman (“O Casamento do Meu Ex”) está próxima de terminar seu trabalho em “Inferno: A Linda Lovelace Story”.
A produção que seria estrelada por Wilde leva o título “Lovelace”. A atriz falou de sua animação em relação ao papel. “Seria uma honra tremenda”, disse Olivia. “Ela foi uma mulher fascinante”.
No entanto, a decisão ainda não foi tomada. “Estou sendo muito cuidadosa sobre meu próximo projeto porque agora estou na posição em que posso escolher de verdade - graças a Deus, até que enfim”, comemorou.

PS: Amo a Olivia Wilde, mas não exagera, querida... rs

Enrique Iglesias diz que tem "o menor pênis do mundo" durante seu show !! Quem acredita ??

O cantor espanhol Enrique Iglesias deixou algumas fãs surpresas durante um show ao declarar que tem "o menor pênis do mundo". As informações são do site Digital Spy.

O artista fazia um show em Melbourne, Austrália, na última quinta-feira quando convidou três rapazes para subir ao palco e discutir sobre suas vidas sexuais.

Um dos caras sugeriu que a vida de Iglesias deveria ser muito fácil, sexualmente falando, por causa de sua beleza.

Iglesias respondeu: "Eu posso ter o visual hispânico mas tenho o menor pênis do mundo. Juro".

Durante o "bate-papo" no palco, Enrique também falou sobre sua primeira vez que, diferente de seus amigos, não foi com uma prostituta.

"Eu estava nervoso pra caramba. Geralmente a primeira vez não é a melhor. Sendo honesto, eu tinha 17 anos e meio, e estava tão nervoso que durou dez segundos."



** Pra vocês faz diferença? O importante é saber usar né? 


Fonte: http://www.cifraclubnews.com.br/noticias/26764-enrique-iglesias-diz-que-tem-o-menor-penis-do-mundo-durante-seu-show.html

Como a Internet está mudando a amizade...


Nunca foi tão fácil manter contato e conhecer gente nova pela internet. Graças às redes sociais, nunca tivemos tantos amigos. Mas isso está transformando a própria definição de amizade.

por Camilla Costa



Qual é a primeira coisa que você faz quando entra na internet? Checa seu e-mail, dá uma olhadinha noTwitter, confere as atualizações dos seus contatos no Orkut ou no Facebook? Há diversos estudos comprovando que interagir com outras pessoas, principalmente com amigos, é o que mais fazemos nainternet. Só o Facebook já tem mais de 500 milhões de usuários, que juntos passam 700 bilhões de minutos por mês conectados ao site - que chegou a superar o Google em número de acessos diários. Ainternet é a ferramenta mais poderosa já inventada no que diz respeito à amizade. E está transformando nossas relações: tornou muito mais fácil manter contato com os amigos e conhecer gente nova. Mas será que as amizades online não fazem com que as pessoas acabem se isolando e tenham menos amigos offline, "de verdade"? Essa tese, geralmente citada nos debates sobre o assunto, foi criada em 1995 pelo sociólogo americano Robert Putnam. E provavelmente está errada. Uma pesquisa feita pela Universidade de Toronto constatou que a internet faz você ter mais amigos - dentro e fora da rede. Durante a década passada, período de surgimento e ascensão dos sites de rede social, o número médio de amizades das pessoas cresceu. E os chamados heavy users, que passam mais tempo na internet, foram os que ganharam mais amigos no mundo real - 38% mais. Já quem não usava ainternet ampliou suas amizades em apenas 4,6%. 

Então as pessoas começam a se adicionar no Facebook e no final todo mundo vira amigo? Não é bem assim. A internet raramente cria amizades do zero - na maior parte dos casos, ela funciona como potencializadora de relações que já haviam se insinuado na vida real. Um estudo feito pela Universidade de Michigan constatou que o 20 maior uso do Facebook, depois de interagir com amigos, é olhar os perfis de pessoas de gente que acabamos de conhecer. Se você gostar do perfil, adiciona aquela pessoa, e está formado um vínculo. As redes sociais têm o poder de transformar os chamados elos latentes (pessoas que frequentam o mesmo ambiente social que você, mas não são suas amigas) em elos fracos - uma forma superficial de amizade. Pois é. Por mais que existam exceções a qualquer regra, todos os estudos apontam que amizades geradas com a ajuda da internet são mais fracas, sim, do que aquelas que nascem e crescem fora dela. 

Isso não é inteiramente ruim. Os seus amigos do peito geralmente são parecidos com você: pertencem ao mesmo mundo e gostam das mesmas coisas. Os elos fracos não. Eles transitam por grupos diferentes do seu, e por isso podem lhe apresentar coisas e pessoas novas e ampliar seus horizontes - gerando uma renovação de ideias que faz bem a todos os relacionamentos, inclusive às amizades antigas. Os sites sociais como Orkut e Facebook tornam mais fácil fazer, manter e gerenciar amigos. Mas também influem no desenvolvimento das relações - pois as possibilidades de interagir com outras pessoas são limitadas pelas ferramentas que os sites oferecem. "Você entra nas redes sociais e faz o que elas querem que você faça: escrever uma mensagem, mandar um link, cutucar", diz o físico e especialista em redes Augusto de Franco, que já escreveu mais de 20 livros sobre o tema. O problema, por assim dizer, é que a maioria das redes na internet é simétrica: se você quiser ter acesso às informações de uma pessoa ou mesmo falar reservadamente com ela, é obrigado a pedir a amizade dela, que tem de aceitar. Como é meio grosseiro dizer "não" a alguém que você conhece, mesmo que só de vista, todo mundo acabava adicionando todo mundo. E isso vai levando à banalização do conceito de amizade. "As pessoas a quem você está conectado não são necessariamente suas amigas de verdade", diz o sociólogo Nicholas Christakis, da Universidade Harvard. É verdade. Mas, com a chegada de sites como o Twitter, a coisa ficou diferente. 

Amizade assimétrica


No Twitter, eu posso te seguir sem que você tenha de autorizar isso, ou me seguir de volta. É umarede social completamente assimétrica. E isso faz com que as redes de "seguidores" e "seguidos" de alguém possam se comunicar de maneira muito mais fluida. Ao estudar, com um time de pesquisadores, a sua própria rede no Twitter, Christakis percebeu que seu grupo de amigos tinha começado a se comunicar entre si independentemente da mediação dele. Pessoas cujo único ponto em comum era o próprio Christakis acabaram ficando amigas entre si. "As redes sociais estão ficando maiores e mais diversificadas", diz o sociólogo e pesquisador de redes Barry Wellman, da Universidade de Toronto. 

É o seguinte. Eu posso me interessar pelo que você tem a dizer e começar a te seguir. Nós não nos conhecemos. Mas você saberá quando eu o retuitar ou mencionar seu nome no site, e poderá falar comigo. Meus seguidores também podem se interessar pelos seus tuítes e começar a seguir você. Os seus seguidores podem ter curiosidade sobre mim e entrar na conversa que estamos tendo. Em suma: nós continuaremos não nos conhecendo, mas as pessoas que estão à nossa volta estabelecem vários níveis de interação - e podem até mesmo virar amigas entre si. 

Mas boa parte dos cientistas ainda acha que, mesmo estando em contato com qualquer pessoa mais facilmente e a todo o momento, a distância conti-nuará prejudicando as amizades. "A internet faz com que você consiga desacelerar o processo, mas não salva as relações", acredita o antropólogo Robin Dunbar. "No fim das contas, ainda precisamos estar próximos das pessoas de vez em quando." É verdade. A maioria dos especialistas em relacionamento humano acredita que a proximidade física é essencial para sentirmos os efeitos benéficos das amizades profundas. Só que o cérebro pode estar começando a mudar de opinião. 

Um estudo que está sendo realizado na Universidade da Califórnia começou a desvendar o efeito que as redes sociais produzem no organismo. Mais precisamente, o que acontece com os níveis de ocitocina quando usamos o Twitter, por exemplo. É há um efeito. Os primeiros resultados mostraram que tuitar estimula a liberação desse hormônio, e consequentemente diminui os níveis de hormônios como cortisol e ACTH, associados ao estresse. 

Isso significa que o cérebro pode ter desenvolvido uma nova maneira de interpretar as conversas noTwitter. "O cérebro entende a conexão eletrônica como se fosse um contato presencial", diz Paul Zak. Isso seria uma adaptação evolutiva ao uso da internet. "O sistema de ocitocina está sempre se ajustando ao ambiente em você está", diz. "Pode ser que, de tanto interagir em redes sociais, as pessoas estejam se tornando mais sintonizadas para a amizade. E aí elas acabam fazendo mais amigos, inclusive presencialmente." Ou seja: além de mudar as amizades, a internet também pode acabar modificando o próprio cérebro humano. Mas ainda é cedo para dizer se acabaremos nos tornando seres hiperssociais, com cérebros capazes de acomodar um número maior de amigos. O próprio Paul Zak diz que não é possível desconsiderar a importância do contato físico - um dos mais importantes estimulantes da liberação de ocitocina no organismo. "No máximo, vamos ter mais possibilidades de manter relações íntimas a distância por mais tempo", diz. Outros, como Robin Dunbar, acham que a tecnologia ainda pode nos surpreender, e romper a última barreira da amizade online: "O Skype e outros serviços do tipo não são bons o suficiente, porque não nos permitem tocar um no outro em realidade virtual. Ainda." 

AMIZADE POS-MODERNA
internet e as redes sociais se baseiam em dois tipos de relação:

Amizade simétrica
É recíproca: se eu quiser ter você como amigo e acessar o seu perfil, você precisa autorizar o pedido e se tornar meu amigo também. 
Pró: Privacidade. Você decide quem terá acesso às suas informações.
Contra: Reduz a possibilidade de conhecer gente nova.
Exemplos: Facebook / Orkut / Flickr / Linkedin / MSN / Last.fm

Amizade assimétrica

Não é recíproca: eu posso adicionar ou seguir você sem precisar pedir permissão (e posso inclusive fazer isso sem que você saiba).
Pró: Torna muito mais fácil a formação de laços e comunidades. 
Contra: Mais difícil de virar amizade íntima, pois a interação é pública.
Exemplos: Twitter / Buzz / Tumblr / Blip.fm



Fonte: http://super.abril.com.br/cotidiano/como-internet-esta-mudando-amizade-619645.shtml

PS: Adorei a reportagem, pessoal e resolvi compartilhar com vocês.
Acho muito legal amizades de internet, mas melhor ainda ver nossos amigos ao vivo ou falar por telefone. Às vezes ficamos com a sensação de estar sempre perto deles por vê-los nas redes sociais e quando nos damos conta, estamos há anos sem ver quem a gente gosta ao vivo.

"Heteroinquisidores". Divulguem e comentem esta matéria, blogayros !!! Show !!

Se pai e filho agredidos por homófobos tivessem se 'confessado' gays, em vez de uma orelha decepada poderiam haver dois cadáveres!

Debora Diniz - O Estado de S.Paulo
Minhas visitas à Índia são recheadas de descobertas culturais. Uma das que mais me fascina é a cena de homens de mãos dadas nas ruas. Ao contrário de nós, a expressão pública de afeto entre amigos é socialmente autorizada. Assim como meninas escolares no Brasil, os indianos de qualquer idade andam abraçados com seus colegas. A mesma intimidade entre homens, vi em vários países de tradição árabe. Aos homens, é permitido o toque como sinal de amizade. O curioso é que esse traço cultural não elimina a homofobia. Ao contrário, a homofobia é uma prática de ódio que convive com essas redescrições culturais sobre o corpo e o encontro entre os sexos. Entre nós, a novidade parece ser a de que nem mesmo o afeto entre pais e filhos será permitido pela patrulha homofóbica.
Um pai de 42 anos e um filho de 18 se abraçaram. De madrugada, cantavam juntos em uma festa ao ar livre no interior de São Paulo. Consigo imaginá-los felizes, razão para demonstrarem afeto mútuo. Foi o sinal para que dois homens desconhecidos perguntassem se eram gays. Insatisfeitos com a resposta negativa, saíram em busca de outros homens para iniciar a agressão. O pai teve parte da orelha decepada e o filho teve ferimentos leves. Pai e filho têm medo de represálias, pois os agressores estão pelo mundo, talvez orgulhosos da façanha ou, quem sabe, ainda sem entender por que não se pode agredir gays. Se tiverem algum senso de vergonha pelo ato, talvez seja o de ter confundido homens heterossexuais com gays.
A violência foi praticada com um ritual de confissão em dois atos: no primeiro, pai e filho deveriam declarar suas práticas sexuais para homens desconhecidos. Os homens homofóbicos são os inquisidores da heteronormatividade. Pai e filho negaram ser gays. Por alguma razão, a performance de gênero do pai e do filho não convenceu o grupo de homófobos. Eles buscaram reforço e retornaram com mais homens para silenciar aqueles que imaginavam ser representantes dos fora da lei heterossexual. No segundo ato, foram exigidas demonstrações de práticas homossexuais: pai e filho deveriam se beijar na boca para que os agressores vivenciassem a fantasia gay.
O primeiro ato do ritual homofóbico me leva a imaginar quais teriam sido as consequências de um "sim, somos gays" - uma autoafirmação entranhada em dois homens que não suportassem mais o tribunal homofóbico. Com essa resposta, talvez não estivéssemos diante de uma imagem de uma orelha parcialmente decepada, mas de dois cadáveres. Pai e filho foram vítimas da violência homofóbica. O curioso é que os dois não se apresentam como gays, mas como representantes da ordem heterossexual. Para os vigias homofóbicos, não importavam as práticas sexuais dos dois homens, mas a manutenção da ordem pública em que homens não devem se tocar. O interdito homossexual é tão poderoso que deveria impedir, inclusive, o contato físico entre pais e filhos.
Há outro ponto intrigante nessa história que é sobre como os homófobos se formam. Essa é uma inquietação a que qualquer aspirante a sociólogo responderia com uma tautologia: os fenômenos sociais não têm causa única. Mas aqui quero arriscar um caminho de compreensão. Os homófobos deste caso foram incapazes de diferenciar uma expressão de carinho paterno de uma prática erótica entre dois homens. Como hipótese, especularia que os agressores pouco receberam afeto de homens, seja de seus pais ou de outros homens de suas redes afetivas. Uma hipótese alternativa é a de que, se houve afeto paterno, esse foi mediado pelo temor homofóbico. Essa ausência levou os agressores a desconfiar do corpo de outros homens. Ao primeiro sinal de aproximação física, a defesa é a repulsa homofóbica.


Sei que essa explicação pode parecer reducionista para um fenômeno tão complexo e dependente da cultura patriarcal como é a homofobia. Mas é intrigante o erro do radar homofóbico dos agressores, o que sugere haver um equívoco de ponto de partida: eles parecem não ter sido capazes de identificar sinais corporais de algo tão fundamental quanto o amor paterno. Mesmo que não sejam ainda pais, não conseguiram se deslocar para o lugar de filhos que já foram ou ainda são. Aos guardiões da moral heterossexual, esse é um erro de diagnóstico que denuncia uma perturbação simbólica ainda mais fundamental.
Se minha hipótese for razoável, a mediação homofóbica na relação entre pais e filhos ou entre homens que se relacionam por vínculos de amizade ou convivência perpassa a socialização de gênero dos meninos. Os homens seriam treinados para evitar expressões de afeto e carinho por outros homens. Aqui volto à imagem da Índia para lembrar que o desejo de aproximação física entre homens não está inscrito nos corpos sexuados, mas é compartilhado pela cultura em que os homens vivem. Os homófobos se formam em casa, na rua, na escola. Em todos os espaços em que a fantasia homofóbica mediar a relação entre os corpos e afetos dos homens, a violência e a injúria contra os fora da lei heterossexual irão crescer.
DEBORA DINIZ É ANTROPÓLOGA, PROFESSORA DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA E PESQUISADORA DA ANIS - INSTITUTO DE BIOÉTICA, DIREITOS HUMANOS E GÊNERO



PS: Sinceramente... que texto perfeito ! Humilhou... rs
Mas falando sério... é um assunto que me dá nojo. Dá vontade de fazer justiça com as próprias mãos, tipo olho por olho, dente por dente. Nessas horas a lei do talião da época romana cairia muito bem. Aliás, parece que regredimos, pois a sexualidade era tratada com naturalidade na Grécia antiga, por exemplo.


Lamentável!



OAB lança uma campanha de combate à homofobia !




A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – Seção de São Paulo lançou neste mês de junho a campanha “Homofobia mata”, com o importante objetivo de combater o preconceito e a intolerância contra Homossexuais.

A principal peça da campanha é um cartaz que destaca o tema na forma de uma pichação feita em vermelho cor de sangue.

Ao fundo da mesma imagem, estão escritas palavras que remetem à violência a que ainda são submetidos os Homossexuais, como desrespeito, intolerância, preconceito, ódio, opressão, repulsa e covardia. O cartaz também destaca um dos motes das campanhas promovidas pela OAB: “A violência tem que ter fim. A vida não”.

De acordo com o presidente da Ordem em São Paulo, Luiz Flávio Borges D’Urso, o respeito às diferenças e à dignidade é bandeira da OAB-SP nesta campanha.

Os cartazes da campanha contra a homofobia serão distribuídos pelas representações da OAB em todo o Estado de São Paulo, além de serem enviados a escolas, órgãos públicos, empresas e entidades interessadas em divulgar a mensagem. A campanha inclui ainda um filme para TV de 15 segundos, peças para a Internet e para rádio.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Denuncie a homofobia !

Contato

Sugestões, elogios ou críticas: me adicionem no MSN: raphael_martins_fy25@hotmail.com

O mesmo vale para o Facebook:

http://www.facebook.com/raphael.martins.399

Ou Skype :

raphaelmartinsfy

Só avisem que são leitores do blog ao adicionar, ok?

Abraço a todos.

Comentários... colaborem em seus blogs...

Adoro comentar no blog de vocês e que comentem no meu , pois cria uma interação maior entre os leitores. Quem não é de comentar, ao menos clique na caixinha se gostou ou não da postagem.

IMPORTANTE: POR FAVOR, NÃO DIFICULTEM OS COMENTÁRIOS NO BLOG DE VOCÊS...

Alguns blogs ainda tem aquelas letrinhas de confirmação pra quem quer comentar. Isso estressa e desestimula quem gosta de comentar, muitos desistem.
Peço encarecidamente que façam o teste: tentem comentar em seu próprio blog. Se aparecerem as benditas letrinhas vá em Painel ; Detalhes ; Comentários ; Exibir uma confirmação de palavras para os comentários? Não !!

Obrigado !!
Raphael Martins. Tecnologia do Blogger.