Forever Young

Viver para sempre ? Impossível. Viver bem ? Depende só de nós...

Ô vida... rs


Ô vida injusta... rs... estive pensando...

Por que Bratz e Margot não são meus pais biológicos ? Dá pra conversar com eles sobre tudo. Ontem foi um exemplo- MOR...

Fui ao cinema ver o filme ( milésima versão ) sobre Anna Karenina. Comentei com o Bratz. E ele :

- Sim, sim... me interessou muito ! Inclusive o filme  " A insustentável leveza do ser " faz menção à esta obra...

Falando com a Margot sobre o filme, ela disse :

- Claro que conheço... é uma obra famosa de Tolstói...

Na vida real, as coisas são diferentes...

Chego em casa tarde e meus pais perguntam onde estive a noite toda.

Respondi que fui ver " Anna Karenina ", um filme baseado no livro de Tolstói...

Após pensarem, eles entendem do que se trata :

- Aah sim... Toy Story ...

WHY, GOD ?


*** Antes que me chamem de puxa saco... sou mêrmo ! Qual o pobrema ? kkk

# Dan


Já devo ter falado por aqui diversas vezes que Closer é meu filme preferido. Um dos motivos é o elenco : perfeito. O segundo, é que há um personagem que pensa e age muito parecido comigo. Se chama Dan, interpretado pelo excelente ( and delicious ) Jude Law. 

** Quem não viu o filme, e pretende ver... não leia o restante deste post. Spoiler alert. :D

O filme começa com Dan encontrando uma desconhecida, chamada Alice ( Natalie Portman ). Parecia paixão à primeira vista. Ela se acidentou e ele a levou a um pronto socorro. Aos poucos, ele foi contando pra ela toda a sua vida. Ela, por outro lado, contava só aquilo que Dan lhe perguntava. 

Começaram a namorar. Ela, uma sem teto, andarilha. Ele, um escritor de obituários para um jornal local. Passaram a morar juntos. Dan achava que tinha o controle da situação. Entretanto, Alice sabia do que ele era capaz. 

A história mudou quando ele conheceu a fotógrafa Anna ( Julia Roberts ). Se apaixonou, como uma criança, e esqueceu por alguns momentos seu enorme sentimento por Alice, que notou a mudança de comportamento dele. 

Anna e Dan passaram a se encontrar, escondidos. Mesmo ela sabendo que ele era casado. Ele a perseguia. E quando ela dizia não, ele aprontava alguma. Chegou a entrar em uma sala de bate papo, se passando por ela para pregar-lhe uma peça. Larry ( Clive Owen ) acreditou que era uma mulher no chat e foi ao encontro dela. Dan o enviou exatamente para um local que ela estaria naquela tarde : um aquário. O que ele não esperava era que Larry e Anna acabassem ficando juntos. Ele pirou.

A relação dele com Alice não era mais a mesma. E pior : ele passou a querer destruir o namoro ( que já havia se transformado em casamento ) de Larry com sua amante. Não se perdoava por ser o responsável pelo relacionamento deles. 

Alice não aguentava mais a situação. Achava que ele foi longe demais. E sumiu. O deixou, sem se despedir. 

E Dan conseguiu, o que almejava naquele momento. Anna terminou o namoro com Larry e explicou que amava o escritor de obituários.

Dan e Anna, enfim tiveram um relacionamento sério. Aparentemente tudo ia bem. Mas a consciência dele pesava, pelo sumiço da garota andarilha. Anna, por sua vez, era uma mulher já madura, que sabia o que queria da vida.

Nosso protagonista queria muito que Anna conseguisse o divórcio com Larry. Ele queria que ela se desligasse completamente do rival. O dermatologista, ex marido de Anna usou este trunfo na manga até o fim. Concordou em dar o divórcio, mas em troca... queria fazer sexo com Anna pela última vez.

Foi o suficiente. Anna concordou. Transou com Larry, em troca da sua liberdade. Mas voltou mudada. Dan percebeu isso no seu olhar e ficou furioso. Se separaram. O plano de Larry funcionou, perfeitamente.

Quando se viu sozinho, a primeira coisa que Dan fez foi procurar Alice, por toda a parte. Achou que ela estaria esperando por ele. 

Porém, antes disso... quando ainda estava com Anna... houve um encontro entre Larry e Alice. Ela trabalhava como stripper. Dançou para ele. O filme não mostra se os dois chegaram a fazer sexo. Ficou a dúvida no ar... a ser interpretada por quem assistir a película.

No auge do desespero, Dan procurou Larry. Queria Anna de volta. O rival tripudiou dele, mas ainda lhe deu uma dica : que procurasse Alice. Sabia onde encontrá-la. Numa boate próxima dali. Para acabar de vez com o orgulho de Dan, Larry confessou que transou com Alice. Só para ferrá-lo.

Alice e Dan

Ele saiu cabisbaixo do consultório. Mas foi até Alice. Eles voltaram a namorar. Parecia que tudo terminaria bem. Dan com Alice e Anna com Larry. Porém, a obsessão de Dan pela verdade, sempre, estragou tudo.

Dan insistia em saber o que aconteceu entre ela e Larry, na boate de stripper. Se houve sexo. Ela insistia que não. Ele não acreditava. E continuou envenenando a relação com essa dúvida.

Disse que a amava. Ela disse que não o amava mais. E sumiu, outra vez.

Ele achou que a conhecia, que estava sob seu domínio, mas era tudo uma ilusão.

No fim, ele descobre que não sabia nem o verdadeiro nome dela. Ela se chamava Jane, e partiu sem destino certo. Pronta para um recomeço.

*** Cansei de cometer os erros de Dan. Querer saber sempre a verdade, acima de tudo. Nem sempre a verdade deve vir à tona. Ela pode nos ferir, de forma brutal. Também costumo acreditar demais nas pessoas, quando na verdade elas só nos mostram o que querem ( não necessariamente o que são ).

Enfim... este é meu filme favorito. Quando me sinto melancólico, pego este DVD e assisto e analiso as atitudes de Dan. Uma obra de arte. Um filme extremamente realista.

Não confundam melancolia com tristeza.



Vinte e dois.


Acordei no último dia 31 com a sensação de que a data não me era estranha. Alguém especial fazia aniversário naquele dia.

Depois me lembrei que estávamos sem se falar. Algumas brigas desnecessárias nos afastaram.
Isso seria o suficiente para me impedir de escrevê-la nesta data.

Mas por quê nós exigimos tanta coerência nas nossas atitudes e nas dos outros ? Tanta rigidez... sem necessidade.

Tenho muitas vontades, que na maioria das vezes não seguem nenhum tipo de coerência. E se a realização delas não ferir ou incomodar ninguém, eu vou lá e faço. Simples.

Escrevi para ela. Como se nunca estivéssemos brigado. Sem mágoas.
Mesmo as pessoas que nos ferem, mesmo sem querer, de maneira profunda... merecem uma segunda ou terceira chance. Depende do crédito que ela tem comigo... rs.

Sentia saudade das nossas conversas e risadas até altas horas da madrugada. 
E falei isso pra ela. A vida é curta demais, pra tentarmos abafar o que sentimos... não acham ?

Ela completou 22 anos, com saúde. Já seria um bom motivo para me sentir feliz.
Uma garota, que mesmo sem querer, me fez aprender um pouco mais da vida.

Me respondeu, agradecendo pela lembrança. 
E voltamos a conversar... como fazíamos nos velhos tempos.
Rindo dos nossos próprios erros e das besteiras que cometemos.

Essa garotinha aos poucos vai se tornando adulta.
E sou louco por ela. 
Parabéns.

Não existem vilões , nem mocinhos nas histórias. E quem acha isso está vendo muito desenho animado... rs


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