Forever Young

Viver para sempre ? Impossível. Viver bem ? Depende só de nós...

Contos de MG : A letra M do B.E.M !



Eu, que sou meio cético com a vida, até hoje não creio que uma pessoa assim possa existir. Uma mulher extremamente fantástica. Muitos de vocês conhecem a letra M, do trio B.E.M. Atende pelo nome de Margot.


É mineira, com jeito de mulher do interior, mas sem perder a classe. Ela poderia ser de qualquer lugar do mundo. Uma mulher imponente, que passa segurança e chama atenção por onde passa.

Conversei por uns meses com Margot, pelo MSN, antes de " tomar coragem " de vê- la. Falei que tinha vontade de conhecer MG e se pudesse encontrá- la seria ainda melhor. Pois bem, ela tinha um compromisso na capital mineira no final de novembro. E fiz de tudo pra que minha viagem coincidisse com a presença dela em Belo Horizonte.

Me sentia tão à vontade, conversando com ela, que me sentia um livro aberto. Ela, por sua vez, tem lá seus segredinhos ( que irei descobrir... rs ). A relação de amizade estava propícia para o aguardado encontro.

E Bratz não aguentava mais de ciúmes...rs. Dizia que só falava em Margot, o dia inteiro. Mas estava ansioso. Ela me transmitia muita paz. Sabia coisas de mim que nem minha mãe ousou imaginar. E nunca me julgou. Isso pra mim é algo mágico.

No meu segundo dia em BH, chega a hora de vê- la. Estava eu na casa de Bratz, quando toca a campainha. Nossa, Bratz é testemunha de como eu transpirava. E nem fazia tanto calor assim. Fiquei mais ansioso do que se fosse um encontro amoroso... rs.

Abracei -a , com carinho, ainda que travado e sem jeito. Fiquei assistindo a conversa inicial dela com Bratz, como um bicho do mato. Quando ela se dirigia a mim, meu rosto corava... rs. Aos poucos fomos quebrando o gelo.

Bratz disse que fiquei assim por ter a estranha mania de " endeusar " certas pessoas. E ele estava certo ! Isso acontece frequentemente comigo. Mas não considero um defeito. Endeuso as pessoas que me fazem bem, que me confortam.

Trocamos uns mimos, tiramos fotos e partimos pra casa da letra E . Era como uma família. Poucas vezes me senti tão bem acolhido. Enquanto eles conversavam, não resisti e deitei no colo de Margot. enquanto ela fazia um cafuné, acabei cochilando. Acordei com o cheiro do pão de queijo e do bolo de laranja, feito carinhosamente pelo Wanderley.

Conversamos durante horas. O tempo voou. Quando reparamos, já eram quase onze da noite. Nos despedimos, pois no dia seguinte viajaríamos pra Ouro Preto.

No dia da viagem, tudo correu perfeito. As fotos, o céu azul e a companhia dos três. Em todas as oportunidades que tive, dei abraços em Margot. Não desgrudava dela. :D

Na hora de me despedir, tive que segurar o choro. Não cheguei a chorar, por ter a certeza que a verei novamente, várias e várias vezes. Vocês não imaginam a paz que ela traz .

Se Bratz é um segundo pai pra mim, Margot é, naturalmente, minha segunda mãe. E às vezes demonstro muito mais carinho por ela. E descobri o porquê, meu caro Bratz : a minha mãe sempre foi mais fechada comigo do que meu pai. Então, naturalmente eu sinto mais falta de uma presença feminina nesse quesito. E foi aí que conheci Margot, por obra do destino.

Ela me ajuda tanto, que fico sem graça de não poder retribuir à altura. Bem que eu tento, mas ela não é de pedir nada. O mínimo que posso fazer é me colocar à disposição pra conversar, sempre que ela precisar.

Muitos viram as fotos e disseram que sentiam inveja dos passeios e perguntavam se curti os lugares. Curti sim, os lugares. Mas eles não serviriam de nada sem a companhia desses três. Eu poderia estar em qualquer canto do mundo, que estaria feliz. Desde que na companhia desse trio.


Para mom, com carinho.


Beijos aos três. E obrigado por tudo !




Ainda bem que o mundo não acabou e este post foi ao ar... :D

BOMBA: Saga Saint Seiya The Lost Canvas voltará !


A melhor notícia do ano para os fãs de Saint Seiya ! The Lost Canvas voltará, mas no meio do ano de 2013. O impasse entre a Toei e a IMS acabou e poderemos, finalmente curtir nossa saga favorita. Seria muita injustiça nos deixar na vontade, né ? Poderemos ver Degel de Aquário e Kardia de Escorpião em ação contra Poseidon e Radamanthys. Poderemos ver o talento do garoto Regulus de Leão e a bravura de Sísifo de Sagitário. E também aguardo ansiosamente pelo grande trunfo dos dourados: Deuteros de Gêmeos !

Agora é só comemorar e aguardar, pessoal ! E obrigado pelos inúmeros comentários na última postagem sobre Lost Canvas.

Sísifo e seu senso de justiça promete levar Athena à vitória.

Ansioso para ver Kardia e Degel no fundo do mar !

Regulus e Deuteros: as cartas na manga das forças de Athena
pra reta final da guerra santa !


Fotos retiradas da internet. Créditos: Fanpage do FB Queremos a volta do Saint Seiya Lost Canvas

Jogo de xadrez e nossas atitudes !


O Jogo de Xadrez e Nossas Atitudes
Já reparou como cada atitude que tomamos nas nossas vidas se parece com um jogo de xadrez? Algumas jogadas são acertadas e nos impelem para a frente, dando-nos mais ânimo, mais vontade de continuar. Mas se você joga nem que seja damas, repare que quando está perdendo, seu ânimo se esvai, sua vontade perece e tem vontade de acabar logo aquela partida para começar outra.
Exatamente como nossas atitudes frente às situações que a vida nos apresenta. Muitas vezes abandonamos a partida sem nem mesmo terminar, simplesmente desistimos, não queremos encarar a perda, saímos do jogo, saímos daquela partida, deixando por terminar. Mas a nossa energia fica lá, presa àquela situação e volta e meia nos volta à memória aquela situação ou nos encontramos novamente em situações semelhantes.
Vencedores ou derrotados precisamos sempre encarar esse tipo de situação, avaliar onde erramos, em que momento fizemos um movimento que pôs a partida em risco e como evitar o desânimo final. Isso fará com que a energia flua, não fique estagnada naquele momento e assim poderemos caminhar para outras partidas mais experientes e com maior poder de observação.
Cada movimento de fazemos gera energia que pode ou não se aliar às energias à nossa volta. Deixar a energia estagnada, provoca desgaste, cansaço e muitas vezes dores nos órgãos mais sensíveis.
Todas as situações devem ser resolvidas, terminadas, libertas, para podermos seguir em frente, aliviados do seu término, sejamos vencedores ou derrotados. Encarar a derrota como problema, traz energias de raiva, de culpa e até de alienação (quando culpamos os outros pelas nossas perdas).
Repare no jogo, sempre há um adversário, alguém perde e alguém ganha, não é possível os dois ganharem nem perderem. Culpar o adversário pela perda é não admitir que fizemos uma jogada mal feita, sem observação nem concentração.
Da mesma forma, as situações em nossa vida se apresentam com adversários e jogadas que precisam de atenção e concentração. Culpar o outro pela perda, aplaca nossa sensação de culpa, mas não nos exime da participação, não nos tira da jogada. Temos responsabilidade sobre cada passo que damos,queiramos admitir ou não.
Essas situações podem se encontrar no momento presente ou estarem presas lá no passado. Consomem nossa energia da mesma forma.
Os florais são um excelente veículo para a compreensão de determinadas atitudes e a consciência de nossa participação no processo, além de atuarem como catalisadores em casos ou situações mais dolorosas. Ajudam a compreender cada atitude que tomamos e como participamos de cada "jogada".


Helena Lambrou


Pessoal, achei genial esse texto e estou compartilhando com vocês. 
Créditos: http://helena-webdesign.com/meus%20textos/xadrez/xadrez.htm

Contos de MG: Ativasso, de Corpo e Alma


Dia agradável, em Belo Horizonte. Voltávamos de Ouro Preto, após deixar a diva Margot na casa dos parentes. Bratz, Elian e eu estávamos ávidos por comida ( ui ! ). 

Paramos em um bar/restaurante relativamente simples. Pedimos lasanha e fettucine para o jantar. Devorei a lasanha inteira. Estava faminto. Enquanto Bratz e Elian repartiam educadamente o fettucine... rs. 

Eis que Wanderley levanta pra fumar. Na volta, ele diz que o garçom contou à ele que viajaria pra Araponga. Eu olhei, meio de lado, e fiquei pensando na incrível mania que o casal BE tem de puxar assunto com desconhecidos. E dei um sorrisinho.

Era tudo o que o garçom queria. E se aproximou da nossa mesa. Me viu com a camisa do Vasco e perguntou:

- Você é do RJ ?
e respondi, um pouco sem graça...
- Sou, sim...
e ele:
- Você conhece a Rua Sá Ferreira, em Copacabana?

- Sim, sim... sei que tem até um teatro em uma galeria ali...

- Pois, então.. eu trabalhei ali. Fazia parte do clube das mulheres... aqueles caras que dançam, sabe ?

e eu, já sem graça e olhando pro Bratz, que estava embasbacado:

- Sei, sei...

Foi o momento em que ele olha pra nós três e pergunta:

- Desculpe a pergunta, mas vocês são entendidos ( gays ) ?

Respondemos que sim, sem pestanejar...

E aí ele começou a contar que participou da novela De Corpo e Alma, como dublê de um dançarino, blábláblá... e que não tem nada contra gays. E que ja teve uma relação de 12 anos com um advogado. Mas, segundo ele... só comia. Era o ativasso alfa... kkkkk

E continuando seu depoimento, ele vem com essa :

- Vocês sabem porque eu não me dei bem na Globo ? Porque me pediram pra fazer com um cara graúdo lá de dentro ! E se fosse pra comer, eu até faria. Mas pediram pra fungar no meu cangote... isso não ! Prefiro ficar pobre !

E Bratz se mijando de rir por dentro e esperando ele sair pra comentar o causo.

Wanderley já estava impaciente:

- Ele já passou dos limites, está sendo incoveniente !

Eu, como sou maldoso, achei que ele tava interessado em um de nós três. 

E ainda teve momento TecPix: ele disse que estava montando uma casa de massagem e que sabia fazer 12 tipos de massagem. 

Pra quem gosta do tipo, ele até que era atraente. Devia ter uns 45 anos, cabelo meio grisalho e corpo normal, com tudo em cima ( aparentemente ).

Mas estamos estupefactos até hoje, com a ousadia dele em nos falar isso tudo, no ambiente de trabalho dele. E arriscado a levar um fora,né ? Já que estávamos jantando e conversando.

Enfim, coisas que só acontecem em MG... kkkkk

Mas que must ... ter um causo pra contar junto com o casal B.E ! rs



Ao que mais amei



Perdi o sono, pensando na vida. E acho que não conseguiria dormir, sem antes escrever o que sinto por aqui.

Me sinto sozinho. 
Tenho minha família, ótimos amigos, mas acostumei a estar compromissado com alguém.
Acho que não fico solteiro por mais de um mês desde 2007.
Acabei acostumando com a rotina.

O desgaste corroeu nossa relação de uma forma que não conseguimos consertar.
Estávamos tão saturados, que acho que nem sequer tentamos como deveríamos.
As dificuldades superaram a força de vontade. 
As mentiras prevaleceram sobre as verdades. 
O orgulho bloqueou qualquer tipo de sentimento.
A vaidade nos cegou, a ponto de competirmos um com o outro.

Conversávamos por conversar. 
Parecia que nada o que o outro dizia era interessante. 
Só queríamos apoio do outro, mas não nos preocupávamos mais em dar nada em troca.
O companheirismo se tornou algo distante, quase que utópico.
O medo se tornou algo comum entre nós. 
Eu, com medo de ser deixado de lado e ele, com medo das minhas reações explosivas.
Convivemos lado a lado por quase 6 anos. E a sensação era de que não nos conhecíamos.
Não sabíamos o que esperar do outro. O temor era grande.
Tudo isso foi minando os sentimentos de ambos.
Por muito tempo houve trocas de acusações, dos dois lados.
Hoje, não mais. 

Parece que nos demos conta que, no momento, não acrescentamos nada um ao outro.
Infelizmente, viramos estranhos.
Decepções seguidas fazem isso. 
Vivíamos esperando do outro coisas que nunca aconteceriam.
Como diria Renato Russo: meu orgulho, vaidade e egoísmo me deixaram cansado.
Não sei o que fazer, nem pra onde ir.

Todos os lugares que gosto de ir me lembram ele.
As lembranças, mesmo as boas, me assombram.
É uma espécie de luto, que venho adiando há tempos.
Na verdade tenho tentado maquiar com paixões passageiras.
Que nunca deram certo e só acabaram magoando outras pessoas.
Se meu destino for ficar sozinho, eu aceitarei.
Mas preciso de tempo, pra saber quem eu sou e o que eu quero pra minha vida.

Caminho pela praia sozinho, imaginando a companhia dele ao meu lado, com aquele jeito medroso.
Peço um açaí e me pergunto quem comerá as passas da minha granola.
Acordo com um despertador frio, quando acostumei a acordar com uma ligação dele.
O lugar no ônibus na volta pra casa nos fds hoje vem sempre vazio.
A poltrona do cinema também.
O celular não toca mais como antes, nos horários religiosamente combinados, pra falar do dia que passou.
Os momentos felizes, as lembranças, ficam apenas nas fotos e na memória.
As juras de amor eterno ficaram pra trás.

Tenho ódio dessa situação, mas não sei para onde direcioná-lo.
Sempre tive a necessidade de identificar os motivos das minhas derrotas.
E essa foi uma das maiores que já tive.
Chegamos tão perto da felicidade, que a frustração tornou- se ainda maior.
Parece que tudo foi em vão.
O sentimento é de impotência em relação aos acontecimentos.
Não conseguimos assimilar as diferenças de personalidade.
Nem as consequências dos imprevistos que nos tiravam da zona de conforto.
Parece que nunca formamos uma estrutura sólida.
Que sempre construíamos castelos em areia movediça.

Hoje, posso dizer que me sinto mais maduro, vivido.
Mas me sinto amargurado.
Será que é vantagem sentir amargura pra aprender na vida ?
Nosso namoro respirou por aparelhos durante muito tempo.
Faltava coragem, pra deixá-lo partir em paz.
Se ele ressuscitará um dia ?
Quem sabe ? 
Mas seria uma outra vida. 
Porque nessa, não cabe mais tanto sofrimento.
Já nos demos conta disso.

Sinto falta dele, mas preciso respirar.
Sentir que meu coração ainda bate, apesar das dificuldades.
Cicatrizar as muitas feridas. 
Separar o joio do trigo.
Aprendi que uma boa reflexão pode acelerar o metabolismo da alma.
E é isso que farei nesse tempo.




Preciso dormir.


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